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:: 29/abr/2021 . 19:24

Boa Nova: Prefeitura realiza manutenção de todas estradas vicinais do município

Fotos: ASCOM/PMBN

A administração municipal tem realizado um intenso trabalho de revitalização nas estradas vicinais em todo o município de Boa Nova, atendendo a demanda dos moradores de diversas localidades. Nesta semana, a prefeitura está finalizando o trabalho de manutenção na estrada que dar acesso ao povoado do Penachinho, importante via de acesso da zona Rural onde residem centenas de famílias.

“Estamos na estrada que dar acesso ao Povoado do Penachinho, serviço de patrolamento e cascalhamento está sendo feito para dá melhores condições e segurança para os motoristas que utilizam a via”, ressalta o prefeito Adonias Rocha.

“Este é um compromisso firmado pela nossa administração, de revitalizar e permitir acesso de qualidade em todas as vias rurais do município de Boa Nova, atendendo os anseios das comunidades, que necessitam de um  fácil acesso a sede e outros municípios”, conclui ele.

*Blog Panorama Geral

Política: MP aciona ex-prefeito de Muniz Ferreira por ato de improbidade administrativa

*MP/BA

O Ministério público da Bahia (MP-BA) ajuizou ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra Wellington Sena Vieira (PSD), ex-prefeito do município de Muniz Ferreira, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).

De acordo com o promotor de Justiça, Leandro Ribeiro de Mattos Oliveira, autor da ação, a Casa Legislativa comunicou ao MP-BA que o gestor, no ano de 2019, desatendeu reiteradamente os pedidos de informações que lhe foram dirigidos pelos vereadores, como a relação dos carros oficiais e contratados pelo município, com a relação de motoristas e seus vencimentos, além de cópias de suas habilitações, relação de itinerário dos veículos e gastos com combustível.

Na ação, o MP-BA requer que o acionado seja condenado nas sanções previstas na Lei n°. 8.429/92 (Lei de improbidade administrativa), incluindo, de forma cumulada, perda da função pública; suspensão dos direitos políticos de três a cinco anos; pagamento de multa civil de até cem vezes o valor da remuneração percebida pelo agente; e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos ficais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de três anos.

“A conduta do então prefeito de Muniz Ferreira de negar publicidade aos atos oficiais atenta contra os princípios da administração pública”, afirmou o promotor de Justiça Leandro Ribeiro de Mattos, na ação.

Bahia: Governo convoca novos investigadores da Polícia Civil nesta sexta

A tarde

O governo do estado irá publica nesta sexta-feira, 30, através do Diário Oficial do Estado (DOE), o nome dos 58 investigadores de polícia, aprovados no concurso Saeb 01/2018. A informação foi divulgada nesta quinta-feira, 29, pelo governador Rui Costa (PT), por meio de sua conta no Twitter.

Com esse quantitativo, o estado alcança o total de 240 convocados nesse certame, sendo 221 investigadores, 10 delegados e nove escrivães. Os novos convocados precisarão seguir as orientações para apresentação descritas no edital publicado no DOE.

Realizado em conjunto pela Secretaria da Administração (Saeb) e pela Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA), o ato convocatório traz informações como data e horário para a apresentação, além da relação de documentos necessários.

Processo seletivo

Lançado em janeiro de 2018, o concurso da Saeb obteve cerca de 48 mil inscrições. Deste montante, pouco mais de 35 mil foram para o cargo de investigador, 2.436 pretendentes ao cargo de escrivão e 10.678 postulantes a delegado.

Os candidatos passaram por sete etapas eliminatórias: provas objetivas e discursiva, exames biomédicos, teste de aptidão física, exame psicotécnico, prova de títulos e investigação social.

COVID-19: Brasil chega a 400 mil mortos e com risco de terceira onda à vista

O Estadão

O Brasil ultrapassou hoje a marca de 400 mil mortos pela covid-19 com um patamar ainda alto de óbitos diários e índices de mobilidade crescentes, o que, para especialistas, aumenta o risco de o País ter uma terceira onda da pandemia antes de atingir a imunidade de rebanho pela vacinação. Com o registro de 1.678 novos registros de óbitos de ontem até as 13 horas desta quinta-feira, 29, o País já acumula 400.021 vítimas da doença.

Para cientistas especializados em epidemiologia e virologia ouvidos pelo Estadão, a reabertura precipitada das atividades econômicas antes de uma queda sustentada de casos, internações e mortes favorece que as taxas de transmissão voltem a crescer, com risco maior do surgimento de novas variantes de preocupação. Com isso, o intervalo entre a segunda e uma eventual terceira onda seria menor do que o observado entre o primeiro e o segundo picos.

Estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul autorizaram nas últimas semanas a reabertura de serviços como bares, restaurantes e salões de beleza mesmo com taxas de ocupação hospitalar consideradas críticas (a partir de 80%). Segundo o último boletim do Observatório Covid-19, da Fiocruz, 21 unidades da federação têm taxa de ocupação igual ou superior a 80%. Em dez delas, o índice ultrapassa os 90%.

“Nos níveis em que o vírus circula hoje, esse período entre picos pode ser abreviado, sim. Já vimos esse efeito em algumas localidades na virada do ano. A circulação em níveis altos favorece isso”, diz o virologista Fernando Spilki, coordenador da Rede Coronaômica, força-tarefa de laboratórios que faz o monitoramento genético de novas cepas.

Em 2020, após o pico da primeira onda, o número de casos e mortes começou a cair entre julho e agosto para ter novo aumento a partir de novembro. O surgimento de uma nova cepa do vírus (P.1) em Manaus colapsou o sistema amazonense em janeiro e provocou a mesma catástrofe em quase todos os Estados do País entre fevereiro e março deste ano.

Os últimos dois meses foram os piores da pandemia até aqui. No ano passado, o País demorou quase cinco meses para atingir os primeiros 100 mil mortos, outros cinco meses para chegar aos 200 mil e dois meses e meio para alcançar as 300 mil vítimas. A triste marca dos 400 mil óbitos veio apenas 36 dias depois.

E os dados dos últimos dias indicam que a queda das internações e mortes iniciada há três semanas já apresenta estagnação. O mais provável agora é que os índices se estabilizem em níveis elevados, com 2 mil a 3 mil mortes diárias, ou voltem a crescer, projeta o estatístico e pesquisador em saúde pública da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Leonardo Bastos.

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Coronavírus: Quão agressiva é a variante que assola a Índia e por que sabemos tão pouco sobre ela

*CBN

Cientistas de todo o mundo estão investigando uma variante do coronavírus identificada na Índia. Porém, eles não sabem até que ponto ela se espalhou ou se é ela que está impulsionando a segunda onda de covid-19 no país. Os vírus sofrem mutações o tempo todo, produzindo diferentes versões de si mesmos. A maioria dessas mutações é insignificante, e algumas podem até tornar o vírus menos perigoso, mas outras podem torna-lo mais contagioso e resistente às vacinas. Uma variante, batizada de B.1.617, foi detectada pela primeira vez na Índia em outubro.

“A superpopulação e a densidade da Índia a tornam uma incubadora perfeita para esse vírus registrar mutações”, disse Ravi Gupta, professor de microbiologia clínica da Universidade de Cambridge, no Reino Unido. A Índia tem relatado cerca de 200 mil casos graves por dia desde 15 de abril, bem acima do pico de 93 mil casos diários registrados no ano passado. E agora as mortes também aumentaram. No entanto, a nova onda de casos na Índia pode ter sido causada por grandes concentrações de pessoas e pela falta de medidas preventivas, como uso de máscaras ou distanciamento social.

Jeffrey Barrett, do Wellcome Sanger Institute, no Reino Unido, diz que pode haver uma relação de causa e efeito com a nova variante, mas faltam evidências. Ele observa que a variante é conhecida desde o final do ano passado: “Se ela está por trás da onda na Índia, demorou vários meses para chegar a este ponto, sugerindo que é provavelmente menos transmissível do que a variante Kent B117.” Os cientistas acreditam que as vacinas existentes ajudarão a controlar a nova variante quando se trata de evitar que alguém fique gravemente doente.

De acordo com um artigo publicado na Nature por Gupta e seus colegas de pesquisa, algumas variantes inevitavelmente escaparão do efeito das vacinas atuais. Como resultado, mudanças nas vacinas serão necessárias para torna-las mais eficazes. No entanto, as vacinas agora disponíveis provavelmente retardarão a propagação da doença. “Para a maioria das pessoas, essas vacinas podem significar a diferença entre ficar assintomático ou levemente doente e acabar no hospital sob risco de morte”, disse Jeremy Kamil, virologista da Louisiana State University, nos Estados Unidos. “Por favor, tome a primeira vacina que eles lhe oferecerem. Não cometa o erro de duvidar e esperar por uma vacina ideal”, acrescenta.

Os cientistas ainda não sabem ao certo o quão disseminada ela está na Índia. A nova variante foi detectada em 220 das 361 amostras coletadas entre janeiro e março no Estado de Maharashtra. Também foi detectada em pelo menos 21 países, de acordo com o banco de dados global GISAID. Os cientistas ainda não sabem. Kamil diz que uma de suas mutações é semelhante a outras identificadas nas variantes da África do Sul e do Brasil. Essas duas mutações podem ajudar o vírus a escapar dos anticorpos do sistema imunológico que lutam contra o coronavírus com base na experiência de uma infecção anterior ou de uma vacina.

De todas as variantes descobertas, a mais preocupante no momento é aquela identificada no Reino Unido, que se espalhou para pelo menos 50 outros países. “Duvido que a variante indiana seja mais infecciosa do que a variante do Reino Unido. Não devemos entrar em pânico”, diz Kamil. Os cientistas têm até agora poucas amostras para investigar: 298 na Índia e 656 em todo o mundo, em comparação com mais de 384 mil para a variante do Reino Unido. E, depois dos primeiros casos relatados na Índia, menos de 400 casos da variante indiana foram detectados em todo o mundo, diz Kamil.











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