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:: 7/abr/2021 . 21:47

Boa Nova: Município registra queda em número de casos covid-19; Confira boletim

Fonte: ASCOM-PMBN // Reprodução: Panorama Geral

A Prefeitura de Boa Nova através da Secretaria de Saúde e Vigilância Epidemiológica, informa que 08 (oito) pessoas testaram positivo nas últimas 24h.

CASOS POSITIVOS:

06 em Boa Nova
01 em Valentim
01 na Boa Vista

14 casos suspeitos foram descartados.

05 pessoas foram para o isolamento social suspeitos de estarem com o vírus.

No momento, temos 25 pessoas suspeitas de estarem com o vírus, 19 casos ativos e 03 pessoas internadas.

Os leitos de UTI destinados a com a covid-19 está em 97% a capacidade de lotação.

Reforçamos o pedido para que todos continuem seguindo as orientações das autoridades de saúde.

Saúde: CCJ aprova Covid em lista de doenças sem carência para auxílio-doença e aposentadoria por invalidez

Fonte: Agência Câmara de Notícias // Reprodução: Panorama Geral

A Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania da Câmara (CCJC) aprovou, nesta quarta-feira (7), proposta que dispensa a carência para concessão de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez devido a Covid-19. O texto acrescenta “Covid-19 e variantes enquanto em tratamento incapacitante” na lista de doenças que não precisam de carência após a filiação do trabalhador ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS). A proposta tramita em caráter de urgência e, portanto, poderá ser votada em Plenário a qualquer momento.

O texto foi aprovado na forma do substitutivo da deputada Alê Silva (PSL-MG) ao projeto de lei (PL 1113/20) do deputado Rodrigo Coelho (PSB-SC) e outros. A proposta modifica a Lei de Benefícios da Previdência Social. A lei estabelece uma carência de 12 contribuições mensais para o trabalhador que aderir ao RGPS requerer auxílio doença ou aposentadoria por invalidez. Mas faz exceções para doenças como tuberculose ativa, hanseníase, esclerose múltipla, câncer, cegueira, paralisia irreversível e incapacitante, cardiopatia grave e doença de Parkinson, por exemplo.

A principal mudança do substitutivo com relação à proposta original foi acrescentar que o doente deverá estar em tratamento incapacitante para requerer o benefício. Segundo a deputada, da forma como estava a proposta anteriormente, havia um vício de inconstitucionalidade, pois a doença é de comum contágio. “Sendo a doença em tela infelizmente tão comum no país, sua ampla abrangência e disseminação abriria tremendo risco fiscal e contributivo ao sistema previdenciário. Não podemos imaginar que apenas o fato de o trabalhador ter adquirido Covid-19 o qualifique para, potencialmente, requerer o auxílio-doença mesmo sem carência exigida como regra legal para o benefício”, argumentou a deputada.

O autor, deputado Rodrigo Coelho, afirmou que várias pessoas que contraem a Covid-19 e ficam incapacitadas para o trabalho estão num “limbo jurídico”.

“Em muitos casos, a pessoa tem 15, 20 anos de contribuição ao INSS, mas, se está há um, dois ou três anos sem contribuir para a Previdência, perde a chamada ‘qualidade de segurado’. Ou, se foi contratada por uma empresa e está há três, quatro meses contribuindo e contrai a Covid, ela não vai ter direito ao chamado ‘auxílio por incapacidade temporária’, porque precisa ter 6 meses de contribuição. E, se é um segurado novo, precisa ter 12 meses de contribuição”, apontou.

Crueldade: Casal de Congonhas é preso suspeito de matar bebê achada em rodovia

O estado de Minas // Reprodução: Panorama Geral

Um caso que repercutiu na Grande BH no início deste ano começou a ser desvendado pela Polícia Civil de Minas Gerais. As pistas levaram a equipe até a cidade histórica de Congonhas, na Região Central do estado. Lá, um casal, considerado acima de qualquer suspeita, segundo os investigadores, foi preso nesta quarta-feira (7/4) suspeito de matar a menina de apenas 1 ano e oito meses, cujo corpo foi encontrado debaixo de um viaduto na Região Oeste de BH. A mãe dela, de 28 anos, que era amante do homem e estaria grávida dele, desapareceu, e a polícia não descarta que também esteja morta. Os detalhes da apuração foram apresentados pela polícia em entrevista coletiva transmitida pela internet na manhã desta quarta.

Na madrugada de 25 de janeiro, o corpo da pequena P.V.L.O foi encontrado por populares que estavam a caminho do trabalho. Ele estava debaixo de um viaduto entre a BR-040 e o km 544 da MGC-356, no Bairro Olhos D’Água. O corpo da bebê estava coberto por uma blusa de frio e o rosto dela tinha hematomas. Perto dele, havia um bilhete.

De acordo com a Polícia Civil, ao periciar o corpo da criança, eles notaram que, em uma das pernas dela, havia a transfixação da tinta de um panfleto, que ficou como uma “tatuagem” legível no corpo dela. Isso pode ter sido provocado pelo contato do suor ou outra substância com o papel. Esse anúncio fazia referência a um monumento histórico de Congonhas e era da prefeitura. Isso levou a polícia ao município, onde moram as famílias envolvidas.

“O caso é escabroso, tenebroso. Não existe limite para a maldade humana. É um caso que mexe com a gente. Uma criança de 1 ano e oito meses que não fez nada, não presenciou nada, não sabe de nada, e foi morta exclusivamente para apagar qualquer rastro que ligue este autor à desaparecida”, enfatizou o delegado Alexandre Fonseca.

Segundo ele, P. era a caçula dos três filhos de Fernanda Caroline Leite Dias. O marido dela mora nos Estados Unidos há pelo menos quatro anos. Lá, ele trabalha e mantém a família em Congonhas. Apesar de o casamento não estar indo bem, ela continuava morando com os parentes dele por questões financeiras. A situação era ainda mais complicada porque a bebê era filha de outro homem, que mora em Belo Horizonte. “A Fernanda vivia nesse ambiente estranho para ela. Os familiares do seu marido conviviam, em uma cidade pequena, com essa depreciação de que a P. era filha de uma relação extraconjugal. O marido tinha apelidos pejorativos sobre isso”, explicou o delegado.

Diante desse histórico, todos foram investigados, inclusive parentes do homem, que têm passagens pela polícia por participação em tráfico de drogas e homicídio. “Para nós, o que torna esse caso ainda mais escabroso, é perceber  que os verdadeiros autores são pessoas que não têm antecedentes criminais, têm trabalho fixo. O autor trabalha em uma grande mineradora da região e do nosso país. A sua mulher, partícipe, é funcionária da Prefeitura de Congonhas. Têm uma vida estável financeiramente. São pessoas incólumes, impassíveis de qualquer suspeição na nossa sociedade”, enfatizou Alexandre Fonseca.

A Polícia Civil também apresentou outros detalhes, como o fato de a mulher ter vendido o carro dela por um preço inferior, o celular do suspeito que havia sido dado como extraviado. Eles foram presos temporariamente ontem, com mandados cumpridos em seus locais de trabalho. O homem foi levado para o Centro de Remanejamento de Presos (Ceresp) Gameleira e a mulher, para o Complexo Penitenciário Feminino Estevão Pinto. Após a análise dos celulares apreendidos com eles, o delegado vai remeter o caso à Justiça com pedido de conversão para prisão preventiva.

Coronavírus: Nova variante da Covid-19 com 18 mutações é detectada em Minas Gerais

O Estadão // Reprodução: Panorama Geral

Pesquisadores do laboratório do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e do Setor de Pesquisa e Desenvolvimento do Grupo Pardini anunciaram uma nova variante do novo coronavírus identificada em Belo Horizonte e na região metropolitana da capital mineira. A partir de amostras de pacientes contaminados pela Covid-19, dois genomas entre os 85 coletados indicaram a presença de um conjunto de 18 mutações nunca registradas antes.

A nova variante, de acordo com estudos genéticos, tem características iguais a da P.1 (descoberta em Manaus) a P.2 (identificada no Rio de Janeiro) a B.1.1.7 (do Reino Unido) e a sul-africana B.1.1.351. “É importante dizer que ela tem características comuns com as variantes que já estavam circulando no Brasil, mas ela também tem novas características. É como se essas variantes estivessem evoluindo”, explica o virologista da UFMG, Renato Santana.

As modificações, que também são apresentadas nas outras variantes, são associadas com o aumento do risco de morte. Entretanto, ainda é cedo para dizer se ela é mais transmissível ou desenvolve quadros mais graves da doença.

Os genomas com as variantes foram coletados nos dias 27 e 28 de fevereiro deste ano e, por não terem ligação epidemiológica – como parentesco ou região residencial – a probabilidade é que a modificação já esteja em circulação.











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