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Alerta: Até 2020 A Depressão Será A Doença Mais Incapacitante Do Mundo, Diz OMS

Foto: Ilustração

A depressão é um transtorno mental grave, mas que ainda enfrenta preconceito, apesar de afetar mais de 120 milhões de pessoas.

 Ela chega de mansinho, assim como quem não quer nada. Num dia, você acorda triste, desanimado. No outro, bate uma sensação de vazio e uma vontade incontrolável de chorar, sem qualquer motivo aparente. A depressão é assim, um mal silencioso e ainda mal compreendido – até mesmo entre os próprios pacientes. Considerada um transtorno mental afetivo, ou uma doença psiquiátrica, a depressão é caracterizada pela tristeza constante e outros sintomas negativos que incapacitam o indivíduo para as atividades corriqueiras, como trabalhar, estudar, cuidar da família e até passear.  De acordo com OMS (Organização Mundial de Saúde), até 2020 a depressão será a principal doença mais incapacitante em todo o mundo. Isso significa que quem sofre de depressão tem a sua rotina virada do avesso. Ela deixa de produzir e tem a sua vida pessoal bastante prejudicada. Já passou da hora de compreendermos que a depressão é um “câncer” na alma. Atualmente, mais de 120 milhões de pessoas sofrem com a depressão no mundo – estima-se que no Brasil, são 11 milhões, 6% da população foram diagnosticados com depressão. E cerca de 850 mil pessoas morrem, por ano, em decorrência da doença.

Foto: Ilustração

A depressão ainda hoje é confundida com tristeza

Descrita pela primeira vez no início do século 20, a depressão ainda hoje é confundida com tristeza, sentimento comum a todas as pessoas em algum momento da vida. Brigar com o namorado, repetir o ano escolar e perder o emprego são motivos para deixar alguém triste, cabisbaixo. Isso não significa, porém, que o sujeito está com depressão. Em alguns dias, ele, certamente, vai estar melhor. A condição é diferente das flutuações usuais de humor e das respostas emocionais de curta duração aos desafios da vida cotidiana. Especialmente quando de longa duração e com intensidade moderada ou grave, a depressão pode se tornar uma crítica condição de saúde. Ela pode causar à pessoa afetada um grande sofrimento e disfunção no trabalho, na escola ou no meio familiar. Na pior das hipóteses, a depressão pode levar ao suicídio. Cerca de 800 mil pessoas morrem por suicídio a cada ano – sendo essa a segunda principal causa de morte entre pessoas com idade entre 15 e 29 anos.

Embora existam tratamentos eficazes conhecidos para depressão, menos da metade das pessoas afetadas no mundo (em muitos países, menos de 10%) recebe tais tratamentos. Os obstáculos ao tratamento eficaz incluem a falta de recursos, a falta de profissionais treinados e o estigma social associado aos transtornos mentais. Outra barreira ao atendimento é a avaliação imprecisa. Em países de todos os níveis de renda, pessoas com depressão frequentemente não são diagnosticadas corretamente e outras que não têm o transtorno são muitas vezes diagnosticadas de forma inadequada, com intervenções desnecessárias. A carga da depressão e de outras condições de saúde mental está em ascensão no mundo. Uma resolução da Assembleia Mundial da Saúde, aprovada em maio de 2013, exigiu uma resposta integral e coordenada aos transtornos mentais em nível nacional.

Foto: Ilustração

Tipos e sintomas

Um episódio depressivo pode ser categorizado como leve, moderado ou grave, a depender da intensidade dos sintomas. Um indivíduo com um episódio depressivo leve terá alguma dificuldade em continuar um trabalho simples e atividades sociais, mas sem grande prejuízo ao funcionamento global. Durante um episódio depressivo grave, é improvável que a pessoa afetada possa continuar com atividades sociais, de trabalho ou domésticas.

Uma distinção fundamental também é feita entre depressão em pessoas que têm ou não um histórico de episódios de mania. Ambos os tipos de depressão podem ser crônicos (isto é, acontecem durante um período prolongado de tempo), com recaídas, especialmente se não forem tratados.

Transtorno depressivo recorrente: esse distúrbio envolve repetidos episódios depressivos. Durante esses episódios, a pessoa experimenta um humor deprimido, perda de interesse e prazer e energia reduzida, levando a uma diminuição das atividades em geral por pelo menos duas semanas. Muitas pessoas com depressão também sofrem com sintomas como ansiedade, distúrbios do sono e de apetite e podem ter sentimentos de culpa ou baixa autoestima, falta de concentração e até mesmo aqueles que são clinicamente inexplicáveis.

Transtorno afetivo bipolar: esse tipo de depressão consiste tipicamente na alternância entre episódios de mania e de depressão, separados por períodos de humor normal. Episódios de mania envolvem humor exaltado ou irritado, excesso de atividades, pressão de fala, autoestima inflada e uma menor necessidade de sono, bem como a aceleração do pensamento.

Fatores que contribuem e prevenção

A depressão é resultado de uma complexa interação de fatores sociais, psicológicos e biológicos. Pessoas que passaram por eventos adversos durante a vida (desemprego, luto, trauma psicológico) são mais propensas a desenvolver depressão. A depressão pode, por sua vez, levar a mais estresse e disfunção e piorar a situação de vida da pessoa afetada e o transtorno em si. Há relação entre a depressão e a saúde física; doenças cardiovasculares, por exemplo, podem levar à depressão e vice e versa.

Foto: Ilustração

 

Diagnóstico e tratamento

Existem tratamentos eficazes para depressão moderada e grave. Profissionais de saúde podem oferecer tratamentos psicológicos, como ativação comportamental, terapia cognitivo-comportamental e psicoterapia interpessoal ou medicamentos antidepressivos. Os provedores de saúde devem ter em mente a possibilidade de efeitos adversos associados aos antidepressivos, a possibilidade de oferecer um outro tipo de intervenção (por disponibilidade de conhecimentos técnicos ou do tratamento em questão) e preferências individuais. Entre os diferentes tratamentos psicológicos a serem considerados estão os individuais ou em grupo, realizados por profissionais ou terapeutas leigos supervisionados.

Os tratamentos psicossociais também são efetivos para depressão leve. Os antidepressivos podem ser eficazes no caso de depressão moderada-grave, mas não são a primeira linha de tratamento para os casos mais brandos. Esses medicamentos não devem ser usados para tratar depressão em crianças e não são, também, a primeira linha de tratamento para adolescentes. É preciso utilizá-los com cautela.

Resposta da OMS

A depressão é uma das condições prioritárias cobertas pelo Mental Health Gap Action Programme (mhGAP) da Organização Mundial da Saúde (OMS). O programa visa ajudar os países a aumentar os serviços prestados às pessoas com transtornos mentais, neurológicos e de uso de substâncias, por meio de cuidados providos por profissionais de saúde que não são especialistas em saúde mental. A iniciativa defende que, com cuidados adequados, assistência psicossocial e medicação, dezenas de milhões de pessoas com transtornos mentais, incluindo depressão, poderiam começar a levar uma vida normal – mesmo quando os recursos são escassos.

Fonte: World Health Organization
Relatório Mundial de Saúde – Saúde Mental, nova concepção, nova esperança

Saúde: Casos de sífilis no olho assusta medicina

Foto: (Divulgação)

A sífilis ocular é um dos problemas relacionados à neurossífilis. Pode ocorrer em qualquer estágio da sífilis e envolver diferentes partes da estrutura dos olhos. Entre os sintomas mais comuns da doença estão a redução da visão, o aparecimento de pontos flutuantes, dor, vermelhidão na conjuntiva e maior sensibilidade à luz.

Apesar de não haver um levantamento específico sobre o número de brasileiros que tiveram a visão afetada em decorrência do problema, os dados recentes que revelam a ascensão da doença no país colocam em alerta a população.

“Frequentemente, a sífilis ocular está relacionada à meningite sifilítica. Portanto, a investigação com punção lombar é sempre recomendada”, explica a médica sanitarista Adele Benzaken, especialista em doenças sexualmente transmissíveis.

Um recente estudo realizado em quatro centros médicos no Brasil durante dois anos e meio, entre 2013 e 2015, e publicado no Jornal da USP, revelou um aumento no diagnóstico da doença, que pode causar dano permanente à visão.

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Justiça: Supremo deve julgar hoje ação para criminalizar homofobia

Fonte: Ag. Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar hoje (13) uma ação protocolada pelo PPS para criminalizar a homofobia, que é caracterizada pelo preconceito contra o público LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais). Em tramitação na Corte desde 2013, a ação é relatado pelo ministro Celso de Mello.

Ontem (12), o presidente do Supremo, Dias Toffoli, recebeu integrantes das comunidades evangélica e LGBT. A Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO) 26, ajuizada pelo PPS, pede a equiparação da homofobia e trans fobia ao crime de racismo.

“Todas as formas de homofobia e trans fobia devem ser punidas com o mesmo rigor aplicado atualmente pela Lei de Racismo, sob pena de hierarquização de opressões decorrentes da punição mais severa de determinada opressão relativamente à outra”, diz a ação.

Em outra ação, que será analisada em conjunto com a do PPS, um mandado de injunção, a BGLT, pede que o Supremo reconheça ser um crime específico de homofobia.

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Dica de Saúde: MS faz alerta para os cuidados com animais peçonhentos durante período chuvoso

Foto: Ilustração

A chegada do verão e o período chuvoso fazem com que aumentam o aparecimento e a proliferação de animais sinantrópicos e peçonhentos, que nesta época do ano são mais ativos e saem mais cedo de seus esconderijos a procura de alimento e reprodução. Devido a isso a Vigilância em Saúde de Várzea Grande, por meio da Vigilância Ambiental faz um alerta à população para as medidas de prevenção a acidentes envolvendo esses animais.

Segundo dados parciais do Sistema de Informações de Agravos de Notificação (Sinan), Durante todo o ano de 2018 foram registrados 204 acidentes envolvendo animais peçonhentos e sinantrópicos ; somente no município de Várzea Grande. ;

Animais sinantrópicos são animais que dividem o ambiente com o ser humano e pode causar algum mal para ele. Segundo o levantamento realizado pela vigilância, o caramujo africano (Achatina Fulica), ocupa a primeira colocação do ranking de registros. Seguido por escorpiões, aranhas, mosquitos e serpentes. O caramujo africano pode ser o transmissor de duas doenças, estrongiloidíase que causa manchas avermelhadas na pele, diarreia, náuseas, falta de apetite, tosse seca, flatulência, falta de ar e até crise de asma. Outra doença causada pela picada do caramujo é a miningite eosinfólica, que apresenta sintomas como, fortes dores de cabeça, dificuldade para gesticular o pescoço, náusea, febre baixa e formigamentos pelo corpo.

O Biólogo Jessé Junior, explica que nessa época do ano, o aparecimento desses animais são recorrentes, devido à alta umidade do tempo e a vegetação elevada, que favorece a proliferação desses animais. O Biólogo atende os atendimentos à domicilio quando solicitados em todo o município de Várzea Grande, e explica como é feito esse processo de solicitação caso necessite um morador.

“Após a solicitação, a equipe se desloca até o local indicado, realizam a coleta do animal e orienta os moradores quanto ás medidas de prevenção que devem ser tomadas com esses animais. No caso de acidentes (picada ou mordida), a orientação é que o paciente procure imediatamente atendimento hospitalar”, explica Jessé.

O biólogo diz que o trabalho de prevenção e atendimento à população é realizado de forma integrada entre o Município e o Estado. Enquanto o Estado realiza o levantamento de dados e trata os pacientes acidentados, o município trabalha com as medidas de prevenção e orientação à população.

O Superintendente da Vigilância em Saúde de Várzea Grande, Alysson Gomes, explica que a solução é redobrar os cuidados básicos de prevenção que possam evitar a ocorrências de acidentes envolvendo animais peçonhentos. “Os moradores que encontrarem escorpiões, aranhas e outros animais peçonhentos em seus quintais ou residências devem acionar o serviço de capturas desses animais no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), pelo telefone 3688-3186. Órgãos públicos ; também podem acionar o CCZ para realizar palestras educativas orientando a população quanto aos cuidados com esses animais”, disse.

O superintendente ressalta ainda que se for caso de serpentes, o Corpo de Bombeiros local deve ser o contatado. “As consequências de uma picada de animal peçonhento, que variam de acordo com a espécie do animal agressor, mas em idosos e crianças até 10 anos os efeitos e sequelas costumam ser mais intensos e sérios, por isso a importância das medidas de prevenção, em deixar os quintais roçados e limpos”, explica.

Dicas de prevenção:SEM LEGENDA

Mosquitos: Evitar criadouros, recipientes que possam acumular água, pois o mosquito Aedes Aegypti necessita de água limpa e parada para colocar seus ovos dessa forma, evitamos a disseminação de doenças transmitidas por esse mosquito como a Dengue, Zika e Chikungunya.

Caramujo Africano: A principal dica é evitar qualquer contato com esse animal, pois o liquido que ele secreta para se locomover pode conter vermes, que causam doenças. Realizar cotação manual com o auxilio de luvas e sacos plásticos. Os caramujos recolhidos devem ser esmagados com cal virgem e enterrados. Recolher também os ovos que ficam semienterrados e proceder da mesma forma usada para os animais coletados. É importante lavar bem as verduras e frutas antes de consumi-las e deixar de molho por 30 minutos em uma solução de 1 colher de sopa de água sanitária para 1 litro de água.

Escorpiões e Aranhas: Evitar acúmulo de lixo e entulhos que possam servir de abrigo para esses animais. Vedar ralos de pias e banheiros. Sacudir roupas e calçados guardados antes de utilizá-los. Afastar cama de paredes. Controlar o aparecimento de baratas, que é um dos principais alimentos de escorpiões. Manter o quintal sempre limpo e a grama aparada. ; O veneno da maioria das aranhas caranguejeiras não é tóxico para o homem. Entretanto, sua picada é dolorosa e seu pelo pode causar irritação. A armadeira é a espécie mais comum na nossa região e bastante agressiva que provoca dor intensa e imediata no local da picada.

Serpentes: Cuidado redobrado ao adentrar em matos ou plantações, esses lugares é um dos principais esconderijos para esse tipo de animal, até que se sintam seguros para sair. Ao limpar terrenos baldios fazer isso de vestimentas adequadas, como roupa de couro, perneiras e botas.

*Fonte: Secom VG/MS

Curiosidade: Quanto mais café você toma, mais você vive, de acordo com estudo

Foto: Ilustração

Outros benefícios do café já são conhecidos por nós: redução de condições de saúde como depressão, Parkinson, câncer, diabete tipo 2, estresse e também o rejuvenescimento das células. O café é um de nossos grandes companheiros no dia a dia. Presente em nossa cultura há mais de dois séculos, a bebida tradicional está presente em praticamente todas as mesas do país, seja no café da manhã, no lanche da tarde, para alguns até mesmo à noite.

Muitas pessoas se consideram viciadas em café e precisam tomar pelo menos uma xícara por dia, para manterem a disposição ou apenas para sentirem o sabor único da bebida. Se você é uma delas, um novo estudo tem uma ótima notícia para te dar! Uma pesquisa em parceria realizada na Inglaterra, que reuniu o Instituto Nacional do Câncer, Instituto Nacional de Saúde e da Escola de Medicina Feinberg provou que nosso consumo de café pode influenciar diretamente em nossa longevidade, e que quanto mais café tomamos, mais tempo vivemos.

O objetivo da pesquisa era verificar se o café realmente aumenta o risco de mortalidade, quando consumido em ingestão pesada, em especial aqueles que contam com polimorfismos genéticos comuns que prejudicam o metabolismo da cafeína. Depois de um estudo realizado com mais de meio milhão de pessoas, os resultados mostraram associações inversas entre consumo de café mortalidade, entre participantes que bebiam de 1 a 8 ou mais xícaras por dia.
Conclusões
As conclusões do estudo mostram que, além de viverem mais, os consumidores regulares de café tendem a ter uma vida mais longa do que aqueles que o consomem moderadamente. No entanto, o resultado é visto como uma correlação, e não uma conexão causal. Isso quer dizer que não é totalmente comprovado que o café seja, de fato, o responsável pela longevidade, mas que esse hábito, em conjunto com outros, são essenciais para uma vida mais saudável e longa. Outros benefícios do café já são conhecidos por nós: redução de condições de saúde como depressão, Parkinson, câncer, diabete tipo 2, estresse e também o rejuvenescimento das células.
É possível que o café possa estar associado a um período de vida mais longo, mas para que a hipótese seja totalmente confirmada, serão necessárias mais pesquisas aprofundadas. É muito importante que a bebida, ainda que consumida diariamente, seja feita com moderação e sempre colocando o bem-estar em primeiro lugar. Também é válido relembrar que o café não é recomendado para gestantes, e que quando se acrescentam complementos, a bebida pode perder as suas vantagens.

Artigo: Ansiedade noturna, a dificuldade de acalmar a mente devido às preocupações do dia

Foto: Ilustração

Se mesmo cansado e esgotado após um dia de trabalho estressante você não consegue relaxar e dormir, fica rolando na cama e permanece em estado de alerta, saiba que pode estar sofrendo de ansiedade noturna, condição caracterizada pela dificuldade de acalmar a mente devido às preocupações do cotidiano.

Como identificar ansiedade noturna

O acúmulo de ansiedade gerada ao longo do dia, quando não administrado no momento que ocorre, acaba se apresentando no período noturno, justamente no momento reservado para o descanso e para o sono reparador.

Preocupação, medo e nervosismo que aparecem na hora de dormir são experiências comuns de quem sofre de ansiedade noturna, assim como a dificuldade em pegar no sono, mesmo com esgotamento físico e despertares súbitos.

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Artigo: Quando a ansiedade passa a ser patológica

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A ansiedade atinge quase 10% dos brasileiros, causando um sentimento indefinido e desagradável de medo e apreensão devido a um perigo desconhecido. Quando é exagerada, torna-se um problema patológico que pode prejudicar bastante a qualidade de vida. Identificar os sinais da ansiedade é o primeiro passo para enfrentá-la. Continue a leitura para saber como fazer isto.

Afinal, para que serve a ansiedade?

Ansiedade é um mecanismo do nosso cérebro que serve para nos alertar em situações adversas e desconhecidas. Este mecanismo nos deixa alertas e também nos dá a chamada “descarga de adrenalina” para enfrentar situações adversas inesperadas.

Porém, a ansiedade em excesso pode ter efeito contrário e, simplesmente, paralisar uma pessoa. Nestes casos, ela torna-se patológica e precisa ser tratada.

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Mundo: Álcool e tabaco causam infarto e AVC em jovens

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O álcool é o maior causador de morte entre os jovens, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Isso em decorrência da precarização da saúde e de atitudes tomadas ao estar embriagado – como dirigir ou entrar em brigas. Infelizmente, porém, isso não impede que cresça cada vez mais o número de adolescentes consumidores de bebidas alcoólicas.

Somente no Brasil, de acordo com a Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), 67% dos estudantes entre 13 e 15 anos de idade já experimentaram bebidas que, em teoria, estariam disponíveis apenas para maiores de idade; desses, pelo menos 22% já ficaram embriagados.

O Levantamento Nacional de Álcool e Drogas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) afirma que metade dos jovens brasileiros começaram a beber aos 15 anos de idade ou menos. 36% afirmam que fazem uso nocivo do álcool, ou seja: consomem em excesso.

Entre os 36% de jovens alcoólatras, 25,2% utilizaram drogas ilícitas sob efeito do álcool, como maconha e ecstasy, 48,3% dirigiram embriagados e 18,6% praticaram sexo de risco.

Como sabemos, porém, o viciado demora muito a assumir que está preso ao vício. No caso dos jovens, então, essa demora é ainda maior. Se um terço dos jovens assumiu o problema é possível imaginar que pelo menos o dobro dessas pessoas vivam a mesma coisa sem se dar conta.

Para os adultos é ruim, para as crianças é pior

O periódico científico European Heart Journal acaba de publicar um estudo realizado pela Universidade College London junto à Universidade de Bristol, ambas do Reino Unido. Os pesquisadores acompanharam jovens de mais de 14 mil famílias e seus hábitos por quatro anos e chegaram à conclusão de que o álcool e o tabaco na adolescência fazem mais mal do que na vida adulta.

O autor principal do estudo, John Deanfield, do Instituto de Ciência Cardiovascular da Universidade College London, relatou: “Beber e fumar na adolescência, mesmo em níveis inferiores àqueles informados em estudos com adultos, está associado a enrijecimento arterial e à progressão da arterioesclerose”.

Entre inúmeros problemas decorrentes desses sintomas está o aumento exponencial do risco de sofrer infartos e derrames cerebrais.

Outro dado muito preocupante é: os responsáveis por apresentar o álcool e o tabaco à maioria dos jovens são os próprios familiares.

É o que diz uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a qual relata que 46% dos adolescentes tiveram os primeiros consumos de álcool ainda em casa, o pior é que muitos pais ignoram o fato de que bebida alcoólica também merece atenção, principalmente porque o álcool também é considerado um tipo de droga, apesar de lícita. Mesmo assim, ela é a mais consumida entre os jovens e a que é usada mais cedo, com média de idade de 12,5 anos.

O mesmo acontece com o cigarro. Embora o número de jovens fumantes tenha diminuído, a maioria ainda se inicia no vício por conviverem com pais fumantes. E, para qualquer viciado, é muito difícil alcançar a cura. A maior parte dos dependentes que querem se livrar do vício tenta diversos métodos, quase sempre sem sucesso e a maioria desiste no caminho.

Artigo: Consumo de drogas na Adolescência

O consumo de drogas na adolescência desde há muito tempo preocupa a população, pois mais tarde os jovens podem sentir os seus efeitos da pior maneira no futuro.

Desde há muito tempo que se utilizam drogas como medicamentos, devido às suas propriedades analgésicas, mas consumidas em baixas doses. No entanto, o consumo de drogas em doses elevadas distorce a realidade de tal forma que produz falsas situações de bem-estar e provoca danos quase sempre irrecuperáveis.

De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), o termo droga aplica-se a todas as substâncias que se caracterizam por:

– Produzir alterações no equilíbrio do organismo ao serem introduzidas por diversas vias, como inalação, ingestão, injeção, etc. ;
– Provocar no indivíduo dependência física, psíquica ou ambas;
– Conduzir o organismo à tolerância aos efeitos que produz;
– Levar à síndroma de abstinência, quando deixam de ser consumidas.

Quando um jovem experimenta uma droga, geralmente fá-lo por pressão do grupo de amigos ou por curiosidade.
O abuso das drogas depende dos mais variados factores, como o estado psicológico, as condições sócio-econômicas (desemprego),solidão e o aliciamento exercido pelos traficantes.

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Artigo: Devemos falar sempre sobre “Saúde Mental”

Foto: Ilustração

Falar de saúde mental, é portanto, falar de dia a dia, de convivência. É falar de normalidade, mesmo quando tudo parece sugerir loucura. É sustentar as contradições humanas da maneira como aparecem – desconcertantes, sem aviso prévio, sem compreensão imediata. É respeitar os sujeitos pela história singular de cada um, e pensar que cada um enfrenta batalhas muito particulares na vida, recorrendo a diferentes ferramentas. É acolher em vez de excluir, principalmente na atualidade, quando grupos de pessoas “iguais” se fecham em uma redoma de falsa segurança.











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