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:: ‘Artigos’

Artigo: “Saúde mental”

Foto: Ilustração

Embora a Organização Mundial de Saúde alegue que não há como definir convencionalmente a saúde mental, há várias afirmações significativas sobre este conceito que podem contribuir para uma melhor compreensão de sua amplitude. A World Health Organização afirma que ela é uma condição na qual o ser humano alcança o que se denomina de bem-estar integral, o qual engloba as esferas orgânica, psíquica, social e espiritual; portanto, não diz respeito apenas à carência de enfermidades e fraquezas.

Na verdade, trata-se de atingir um padrão de vida mais elevado, no sentido afetivo e na maneira como se busca o conhecimento, ou seja, é a capacidade de apresentar um equilíbrio estável entre as aquisições interiores e as experiências ou pressões exercidas pelo mundo exterior. Neste estágio de bem-estar os indivíduos concretizam e atualizam suas aptidões, conseguem enfrentar as dificuldades existenciais do cotidiano, trabalham produtivamente e ajudam a desenvolver o grupo social no qual estão inseridos.

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Esgotamento Psicológico: Não é fraqueza, às vezes é por ter sido “Forte” demais

Foto: Ilustração

Às vezes desabamos mentalmente, não porque somos pessoas fracas, mas por sermos muito fortes.  Sofremos demais, estamos por muito tempo, assumindo muitas responsabilidades. Vencendo uma guerra após outra e só o fato de sermos pessoas fortes, parece que nos impõe a obrigação de jamais termos o direito de sermos fraquejar um instante qualquer.
Mas é muito compreensivo e normal, às vezes, sofrermos uma profunda exaustão psicológica.
O cansaço psicológico geralmente é um processo lento, ele se acumula gota a gota sem perceber.  A gota d’água que transborda o copo pode ser qualquer coisa que nos coloca cara a cara com a impossibilidade de resolver determinados assuntos que vão se acumulando. Então nós caímos, física e mentalmente.

O que é o esgotamento psicológico e quais são suas causas?

O esgotamento psicológico é um estado de extrema exaustão mental e emocional, que muitas vezes é acompanhado por um sentimento de falta de força física. Esse estado de desgaste extremo é causado por um excesso de recursos emocionais e / ou cognitivos. Em outras palavras: nós não damos mais de nós. Muitas vezes, é experimentado como uma espécie de inércia física e mental, um sentimento de “peso” que envolve o dia a dia, como se estivéssemos ligados no piloto automático.

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Depressão: Veja as sete formas como ajudar um amigo (a)

Foto: Ilustração

Quando um amigo ou familiar está deprimido, o que pode ser feito para ajudá-lo a sair da depressão são pequenas atitudes que podem fazer toda diferença como não julgar os motivos dele, não minimizar a dor que ele está sentindo e manter-se sempre em contato.

Algumas outras dicas que podem ajudar a conviver com uma pessoa deprimida, para ajudá-la a sair da depressão, são:

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Fato: Existem pessoas lindas por trás das fofocas que fazem sobre elas

Foto: Ilustração

Tente conhecer as pessoas sem dar ouvidos ao que dizem a respeito delas. Existem seres humanos lindos por trás das fofocas que fazem sobre eles. Perdemos muitas oportunidades ao longo de nossas vidas, tanto no ramo profissional, quanto no pessoal. Às vezes, algo está ali bem na nossa frente e deixamos passar. Daí, já foi, já era. Dentre tantos vacilos, um dos mais recorrentes vem a ser o que diz respeito às pessoas que ignoramos, sem nem mesmo as conhecer direito, por conta de impressões que outros tiveram e que não são nossas de fato.

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Ansiedade: Veja as 6 dicas como controlar o transtorno

Foto: Reprodução

Com certeza você já falou em algum momento da vida: “Ai que ansiedade. Estou ansioso para amanhã”. Mas existe uma diferença entre o sentimento de antecipação, que é normal, e a ansiedade patológica.

Quando falamos em ansiedade temos que ter em mente que ela pode se referir a um transtorno que atrapalha muito no dia a dia, podendo levar a sintomas graves como taquicardia, medo de morrer, suor frio e tontura. Quando essas reações começam a se intensificar na rotina, o ideal é procurar ajuda médica, como explica Ana Paula Carvalho, psiquiatra e coordenadora da Liga da Depressão do Hospital das Clínicas da USP (Universidade de São Paulo).

“Para diagnosticar a ansiedade, é preciso que o medo e a preocupação excessiva estejam evidentes. Uma coisa é ter medo e mesmo assim realizar alguma atividade. Porém, no momento em que o indivíduo deixa de fazer como ir a um evento, por exemplo, está claro que é uma doença”, ressalta. Segundo a especialista, além de acompanhamento com profissionais de saúde, é possível seguir dicas que aliviam o problema diariamente.

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Adolescência: Como molda a nossa personalidade

Foto:Ilustração

Meus filhos gêmeos de quatro anos são parecidos em muitos aspectos. Ambos são sociáveis, levados e amorosos. Mas já é possível notar algumas diferenças entre eles.

O menino, por exemplo, é mais consciente em relação ao tempo e muito curioso sobre o futuro. A menina, por sua vez, se mostra mais determinada a se virar sozinha.

Como psicólogo especializado em personalidade (e como pai), me fascina acompanhar o surgimento e desenvolvimento das particularidades de cada um.

É claro que ainda é cedo, e embora nossa personalidade tenha raízes na infância, sei que haverá muitas mudanças pela frente, principalmente quando eles entrarem na puberdade.

A adolescência é uma fase de transformações rápidas. Não é à toa que a neurocientista cognitiva britânica Sarah-Jayne Blakemore, especialista em cérebro adolescente, descreveu recentemente o desafio dessa etapa do desenvolvimento humano como “uma tempestade perfeita”, graças ao aumento súbito e simultâneo de “alterações hormonais, neurais, sociais e de pressões da vida”.

À lista, ela poderia perfeitamente ter acrescentado “mudanças de personalidade”.

Ao longo da infância, nossa personalidade e temperamento se consolidam à medida que adotamos um modo de pensar, agir e sentir mais consistente. A solidificação da personalidade volta a ser reforçada novamente no fim da adolescência até a chegada da idade adulta.

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Artigo: O que é depressão? Relação entre o suicídio e a depressão

Foto: Reprodução

O que é Depressão?

A depressão é um distúrbio afetivo que acompanha a humanidade ao longo de sua história. Pessoas que sofrem com distúrbios de depressão apresentam uma tristeza profunda, perda de interesse generalizado, falta de ânimo, de apetite, ausência de prazer e oscilações de humor que podem culminar em pensamentos suicidas.

A depressão atinge mais de 300 milhões de pessoas de todas as idades no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, a estimativa é que 5,8% da população seja afetada pela doença. (1)

Tristeza x Depressão

Há uma grande diferença entre tristeza e depressão. A tristeza pode ocorrer desencadeada por algum fato do cotidiano, onde a pessoa realmente sofre com aquilo até assimilar o que está acontecendo e geralmente não dura mais do que quinze a vinte dias. Já a depressão se instala e se não for tratada pode piorar e passar por três estágios: leve, moderada e grave.

Geralmente a pessoa pode apresentar dois ou mais dos seguintes sintomas:

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Psicologia: Arte de se expressar; Por Drª. Ayandra Freitas

Foto: Drª. Ayandra Freitas/Psicologa – Poções/BA

“A sensação de sufoco e nó na garganta, representada pela angústia, é comum na vida de muitas pessoas. Essa sensação geralmente acontece quando a pessoa não consegue expressar seus sentimentos ou suas opiniões diante de alguma situação inesperada. Como consequência, essa pessoa vive de forma agonizante, guardando pra si essa remessa de sentimentos mal resolvidos. É normal que a sensação de angústia ocorra eventualmente, mas deixa de ser normal quando a sensação passa a ser rotineira em sua vida. Entender o porquê de isso estar acontecendo de forma rotineira é o primeiro passo para uma melhora efetiva da condição de viver angustiado. 

A angústia quando não entendida é vista como inimiga, porque machuca, sufoca e, em alguns casos, pode levar a pessoa a um estado de depressão mais elevado. A pessoa sabe que está se sentindo angustiada por determinado motivo ou acontecimento, mas não sabe de onde a angústia vem e porque não há um alívio daquela dor, que ao contrário, tem se tornado constante. Talvez você pense que é um sentimento qualquer dentro de uma situação pontual e logo passará, e, de fato, algumas vezes passa. Mas não se sabote ao perceber que o “passar rápido” está demorando semanas e até meses para acontecer. Um psicoterapeuta poderá ajuda-lo efetivamente a responder todas as perguntas que foram sendo colecionadas em sua mente ao longo desse período. Quanto antes procurar, menor o risco de incorrer em prejuízos maiores ao seu bem estar e autoestima”.

 📝Brotto, T.

Saúde Mental: Por dia, em média, em todo o mundo, são 3 mil as pessoas que decidem acabar com a sua vida.

Foto: Ilustração

Todos os dias, 3 mil pessoas no mundo cometem suicídio. Como chegam à mais trágica e irreversível de todas as decisões permanece um desconcertante mistério. Mas há quem veja a luz ao fim deste funesto túnel. No dia 11 de agosto de 2014, Robin Williams tomou a decisão irremediável de por termo à sua vida. A evidência de uma depressão, decorrente de uma patologia bipolar, uma recaída alcoólica e o diagnóstico recente da doença de Parkinson fazem parte do conjunto de justificativas possíveis para tão tremendo ato.

Contudo, por muito que se diga, por muito que se saiba, apenas os suicidas conhecem os lugares sombrios que os habitam no tempo que lhes antecede a morte. Mas Robin Williams não morreu sozinho. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), suicidam-se, por dia, 3 mil pessoas. Uma a cada 40 segundos. E, por cada pessoa que se suicida, 20 ou mais cometem tentativas de suicídio. Estima-se que, em 2020, o número de suicídios atinja 1,5 milhões por ano. Por quê? Fomos à procura de respostas.

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Saúde Emocional: Ansiedade é doença? Ajudamos você a entender sobre o transtorno

Foto: Ilustração

Não dá pra negar: na correria doida que vivemos, é difícil não ficar ansiosa com algumas coisinhas. Você já deve ter se perguntado: ansiedade é doença? Mas a verdade é que existe uma grande diferença entre as ansiedades que vivemos diariamente e o transtorno de ansiedade que, na real, é considerado uma doença. O psiquiatra Luiz Scocca ajuda a entender.

Quando ansiedade é doença?

“A ansiedade é doença quando você começa a passar mal por causa dela. Os sintomas que antes eram normais, passam a trazer um incomodo muito grande”, explica o psiquiatra. Sabe quando você dá aquela respirada profunda para tentar relaxar? Então, ela passa a não fazer mais efeito. “É comum ter a sensação de não ter ar suficiente, coração disparado. É como se aquela expectativa comum do dia a dia virasse uma angustia por antecipação. É um medo inexplicado”, explica o especialista.

“Eu posso ter?”

De acordo com Luiz, existem algumas pessoas mais propensas a desenvolver a doença. Elas são, no caso, aquelas que já sofrem de pequenas ansiedades no dia a dia. “É comum, junto com as pequenas ansiedades, virem relatos de pessoas que roem unhas, mordem lápis e canetas e até mesmo arrancam as pontas dos cabelos”, conta Luiz. Por isso, se sentir que a ansiedade está incomodando ou atrapalhando, busque ajuda.

Tratamentos para ansiedade

O tratamento para o transtorno de ansiedade envolve muitas coisas, miga. “Todas as doenças da esfera da ansiedade denunciam um fato muito grave: poucos de nós têm controle sobre as próprias emoções. E isso faz com que a ansiedade se torne uma luta de vida, muitas vezes. Porém, o tratamento começa através de bons hábitos. Atividade física, alimentação equilibrada, beber bastante água”, conta o psiquiatra.

Mas não para por aí: as terapias ajudam muito e você pode escolher o tipo que se identifica mais. Através dela você consegue “a identificação de neuroses, de seus complexos, suas inseguranças e como enfrenta-las. Aprender a controlar a mente e a respiração, e a manter sua cabeça no aqui e agora”, explica.

Ah, também vale lembrar que nem só a terapia pode ajudar. Procurar um psiquiatra pode ser essencial em alguns casos. Por isso, miga, não tenha medo nem vergonha de pedir ajuda.









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