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:: ‘Artigos’

Depressão sorridente: Quando a tristeza se esconde atrás de um sorriso

Foto: Ilustração

Você encontra um amigo que não está em seu melhor momento, pergunta-lhe como está e ele responde que “bem”, enquanto esboça um sorriso. Sem dúvida, você sabe que ele se encontra mal, que tem problemas e que muitas preocupações rondam sua mente. Você se dá conta de que seu sorriso é fingido, mas, ainda assim, aceita e muda de assunto.

Infelizmente, esta situação é bastante comum. Na verdade, todos nós tentamos, em algum momento, esconder a tristeza, o estresse e as preocupações por trás de um sorriso. No entanto, quando nos escondemos por trás de uma máscara de tranquilidade e satisfação, impedimos que as pessoas nos ajudem e é mais fácil para nós nos afundarmos na fossa da depressão.

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Saúde: A cada 10 brasileiros, 8 tomam remédio por conta própria, diz pesquisa

Foto: Reprodução

A automedicação é praticada por 79% dos brasileiros com mais de 16 anos. É o que revela pesquisa do ICTQ (instituto de pós-graduação para profissionais do mercado farmacêutico), feita em setembro deste ano, em 129 municípios das cinco regiões do país.

Para o cardiologista Marcos Vinícius Gaz, do Hospital Israelita Albert Einstein, o fácil acesso é uma das razões para o uso indiscriminado de remédios no Brasil. O índice de quem admite tomar remédio sem prescrição médica chega a 91% na faixa etária de 25 a 34 anos. Foram ouvidas 2.126 pessoas, e a margem de erro do levantamento é de dois pontos. “Qualquer pessoa pode comprar um analgésico no balcão da farmácia como se fosse um chiclete. Muitas vezes, até sem a orientação do farmacêutico”, afirma o médico.

“Todo mundo sempre tem um remédio para indicar quando você reclama de dor. Me indicavam, eu tomava, mas a dor voltava”, conta Ana Silmara Azevedo, 44. Diagnosticada com hérnia de disco, a auxiliar administrativa chegou a procurar o pronto-socorro em intervalos de 20 dias com dor intensa, antes de receber o tratamento correto.

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Artigo: “Saúde mental”

Foto: Ilustração

Embora a Organização Mundial de Saúde alegue que não há como definir convencionalmente a saúde mental, há várias afirmações significativas sobre este conceito que podem contribuir para uma melhor compreensão de sua amplitude. A World Health Organização afirma que ela é uma condição na qual o ser humano alcança o que se denomina de bem-estar integral, o qual engloba as esferas orgânica, psíquica, social e espiritual; portanto, não diz respeito apenas à carência de enfermidades e fraquezas.

Na verdade, trata-se de atingir um padrão de vida mais elevado, no sentido afetivo e na maneira como se busca o conhecimento, ou seja, é a capacidade de apresentar um equilíbrio estável entre as aquisições interiores e as experiências ou pressões exercidas pelo mundo exterior. Neste estágio de bem-estar os indivíduos concretizam e atualizam suas aptidões, conseguem enfrentar as dificuldades existenciais do cotidiano, trabalham produtivamente e ajudam a desenvolver o grupo social no qual estão inseridos.

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Esgotamento Psicológico: Não é fraqueza, às vezes é por ter sido “Forte” demais

Foto: Ilustração

Às vezes desabamos mentalmente, não porque somos pessoas fracas, mas por sermos muito fortes.  Sofremos demais, estamos por muito tempo, assumindo muitas responsabilidades. Vencendo uma guerra após outra e só o fato de sermos pessoas fortes, parece que nos impõe a obrigação de jamais termos o direito de sermos fraquejar um instante qualquer.
Mas é muito compreensivo e normal, às vezes, sofrermos uma profunda exaustão psicológica.
O cansaço psicológico geralmente é um processo lento, ele se acumula gota a gota sem perceber.  A gota d’água que transborda o copo pode ser qualquer coisa que nos coloca cara a cara com a impossibilidade de resolver determinados assuntos que vão se acumulando. Então nós caímos, física e mentalmente.

O que é o esgotamento psicológico e quais são suas causas?

O esgotamento psicológico é um estado de extrema exaustão mental e emocional, que muitas vezes é acompanhado por um sentimento de falta de força física. Esse estado de desgaste extremo é causado por um excesso de recursos emocionais e / ou cognitivos. Em outras palavras: nós não damos mais de nós. Muitas vezes, é experimentado como uma espécie de inércia física e mental, um sentimento de “peso” que envolve o dia a dia, como se estivéssemos ligados no piloto automático.

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Depressão: Veja as sete formas como ajudar um amigo (a)

Foto: Ilustração

Quando um amigo ou familiar está deprimido, o que pode ser feito para ajudá-lo a sair da depressão são pequenas atitudes que podem fazer toda diferença como não julgar os motivos dele, não minimizar a dor que ele está sentindo e manter-se sempre em contato.

Algumas outras dicas que podem ajudar a conviver com uma pessoa deprimida, para ajudá-la a sair da depressão, são:

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Fato: Existem pessoas lindas por trás das fofocas que fazem sobre elas

Foto: Ilustração

Tente conhecer as pessoas sem dar ouvidos ao que dizem a respeito delas. Existem seres humanos lindos por trás das fofocas que fazem sobre eles. Perdemos muitas oportunidades ao longo de nossas vidas, tanto no ramo profissional, quanto no pessoal. Às vezes, algo está ali bem na nossa frente e deixamos passar. Daí, já foi, já era. Dentre tantos vacilos, um dos mais recorrentes vem a ser o que diz respeito às pessoas que ignoramos, sem nem mesmo as conhecer direito, por conta de impressões que outros tiveram e que não são nossas de fato.

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Ansiedade: Veja as 6 dicas como controlar o transtorno

Foto: Reprodução

Com certeza você já falou em algum momento da vida: “Ai que ansiedade. Estou ansioso para amanhã”. Mas existe uma diferença entre o sentimento de antecipação, que é normal, e a ansiedade patológica.

Quando falamos em ansiedade temos que ter em mente que ela pode se referir a um transtorno que atrapalha muito no dia a dia, podendo levar a sintomas graves como taquicardia, medo de morrer, suor frio e tontura. Quando essas reações começam a se intensificar na rotina, o ideal é procurar ajuda médica, como explica Ana Paula Carvalho, psiquiatra e coordenadora da Liga da Depressão do Hospital das Clínicas da USP (Universidade de São Paulo).

“Para diagnosticar a ansiedade, é preciso que o medo e a preocupação excessiva estejam evidentes. Uma coisa é ter medo e mesmo assim realizar alguma atividade. Porém, no momento em que o indivíduo deixa de fazer como ir a um evento, por exemplo, está claro que é uma doença”, ressalta. Segundo a especialista, além de acompanhamento com profissionais de saúde, é possível seguir dicas que aliviam o problema diariamente.

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Adolescência: Como molda a nossa personalidade

Foto:Ilustração

Meus filhos gêmeos de quatro anos são parecidos em muitos aspectos. Ambos são sociáveis, levados e amorosos. Mas já é possível notar algumas diferenças entre eles.

O menino, por exemplo, é mais consciente em relação ao tempo e muito curioso sobre o futuro. A menina, por sua vez, se mostra mais determinada a se virar sozinha.

Como psicólogo especializado em personalidade (e como pai), me fascina acompanhar o surgimento e desenvolvimento das particularidades de cada um.

É claro que ainda é cedo, e embora nossa personalidade tenha raízes na infância, sei que haverá muitas mudanças pela frente, principalmente quando eles entrarem na puberdade.

A adolescência é uma fase de transformações rápidas. Não é à toa que a neurocientista cognitiva britânica Sarah-Jayne Blakemore, especialista em cérebro adolescente, descreveu recentemente o desafio dessa etapa do desenvolvimento humano como “uma tempestade perfeita”, graças ao aumento súbito e simultâneo de “alterações hormonais, neurais, sociais e de pressões da vida”.

À lista, ela poderia perfeitamente ter acrescentado “mudanças de personalidade”.

Ao longo da infância, nossa personalidade e temperamento se consolidam à medida que adotamos um modo de pensar, agir e sentir mais consistente. A solidificação da personalidade volta a ser reforçada novamente no fim da adolescência até a chegada da idade adulta.

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Artigo: O que é depressão? Relação entre o suicídio e a depressão

Foto: Reprodução

O que é Depressão?

A depressão é um distúrbio afetivo que acompanha a humanidade ao longo de sua história. Pessoas que sofrem com distúrbios de depressão apresentam uma tristeza profunda, perda de interesse generalizado, falta de ânimo, de apetite, ausência de prazer e oscilações de humor que podem culminar em pensamentos suicidas.

A depressão atinge mais de 300 milhões de pessoas de todas as idades no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, a estimativa é que 5,8% da população seja afetada pela doença. (1)

Tristeza x Depressão

Há uma grande diferença entre tristeza e depressão. A tristeza pode ocorrer desencadeada por algum fato do cotidiano, onde a pessoa realmente sofre com aquilo até assimilar o que está acontecendo e geralmente não dura mais do que quinze a vinte dias. Já a depressão se instala e se não for tratada pode piorar e passar por três estágios: leve, moderada e grave.

Geralmente a pessoa pode apresentar dois ou mais dos seguintes sintomas:

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Psicologia: Arte de se expressar; Por Drª. Ayandra Freitas

Foto: Drª. Ayandra Freitas/Psicologa – Poções/BA

“A sensação de sufoco e nó na garganta, representada pela angústia, é comum na vida de muitas pessoas. Essa sensação geralmente acontece quando a pessoa não consegue expressar seus sentimentos ou suas opiniões diante de alguma situação inesperada. Como consequência, essa pessoa vive de forma agonizante, guardando pra si essa remessa de sentimentos mal resolvidos. É normal que a sensação de angústia ocorra eventualmente, mas deixa de ser normal quando a sensação passa a ser rotineira em sua vida. Entender o porquê de isso estar acontecendo de forma rotineira é o primeiro passo para uma melhora efetiva da condição de viver angustiado. 

A angústia quando não entendida é vista como inimiga, porque machuca, sufoca e, em alguns casos, pode levar a pessoa a um estado de depressão mais elevado. A pessoa sabe que está se sentindo angustiada por determinado motivo ou acontecimento, mas não sabe de onde a angústia vem e porque não há um alívio daquela dor, que ao contrário, tem se tornado constante. Talvez você pense que é um sentimento qualquer dentro de uma situação pontual e logo passará, e, de fato, algumas vezes passa. Mas não se sabote ao perceber que o “passar rápido” está demorando semanas e até meses para acontecer. Um psicoterapeuta poderá ajuda-lo efetivamente a responder todas as perguntas que foram sendo colecionadas em sua mente ao longo desse período. Quanto antes procurar, menor o risco de incorrer em prejuízos maiores ao seu bem estar e autoestima”.

 📝Brotto, T.









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