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:: 14/nov/2020 . 22:10

Polícia: “Orgia era praticada entre eles” diz delegada sobre família de Flordelis

O globo

Em audiência na sexta-feira, 13, sobre a suposta participação da deputada federal Flordelis (PSD -RJ) na morte do marido, o pastor Anderson do Carmo, a delegada Barbara Lomba, responsável pela primeira fase das investigações, disse que havia relações sexuais entre vários integrantes da família. As informações são do jornal O Globo. “Havia relações entre todos ali. Flordelis não se relacionava só com o Anderson e o Anderson não se relacionava só com ela (Flordelis)”, disse a delegada, ao descrever aspectos sobre a família à época em que viviam na favela do Jacarezinho, no Rio. A delegada foi a segunda testemunha de acusação a ser ouvida na audiência, na qual a deputada chegou 45 minutos atrasada e levou uma bronca da juíza Nearis dos Santos.

De acordo com a reportagem, a delegada descreveu com detalhes a relação entre os integrantes da família. Bárbara afirma que as informações lhe foram passadas informalmente por Flávio dos Santos, filho biológico de Flordelis. “Flávio se disse revoltado com as relações que ele viu (na casa). As relações eram baseadas na mentira. Estabeleceu-se uma lógica familiar baseada em estratégia e fachadas tinham que ser montadas. Muitas coisas que aconteciam lá, não poderiam aparecer”, disse a delegada. Bárbara ainda disse que a deputada “elegeu” Anderson, que chegou à casa de Flordelis ainda adolescente, como seu marido, pois seria o “mais preparado” para a função.

Antes da delegada, quem prestou depoimento foi o delegado Allan Duarte, responsável pela segunda fase das investigações. Ele fez declarações no mesmo sentido das de Bárbara. “Eles [Flordelis e Anderson] se apresentavam como um casal amoroso para a sociedade, mas às escuras era totalmente diferente”, disse o delegado Allan. Durante seu depoimento, Flordelis negou participação no crime. “Eu não mandei matar meu marido. Jamais faria isso”, disse. A deputada federal não foi presa porque possui imunidade parlamentar, mas ela sofre um processo por quebra de decoro na Câmara e pode perder seu mandato.

Saúde: Estudo inédito comprova eficácia de novo tratamento para doenças cardíacas

*mais Saúde

O anticoagulante Rivaroxabana é uma opção segura, eficaz e com menor riscos aos pacientes com fibrilação atrial e doença cardíaca valvar do que a Varfarina, de acordo com um estudo publicado neste sábado, 14, no renomado periódico científico The New England Journal of Medicine. A pesquisa inédita liderada por especialistas do HCor reconhece uma nova opção de tratamento para essas doenças, que têm como maior consequência o aumento do risco de acidente vascular cerebral (AVC).

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores acompanharam 1.005 pacientes, de 49 centros médicos, com doença valvar – que fazem uso de prótese biológica (produzida a partir do tecido de porco ou boi) – e fibrilação atrial. O estudo dividiu os participantes aleatoriamente em dois grupos: o primeiro, designado ao uso de Rivaroxabana, e o segundo, que manteve o tratamento clínico padrão com Varfarina. Ambos foram acompanhados durante 12 meses.

Os resultados mostraram que o anticoagulante Rivaroxabana se mostrou tão eficaz e seguro quanto a Varfarina, medicação de referência no tratamento, além de proporcionar mais comodidade e qualidade de vida aos pacientes por reduzir as consultas de monitoramento frequente e ter menos interações medicamentosas ou com alimentos.

A conclusão pode mudar o protocolo utilizado internacionalmente para tratar quem precisa se submeter à cirurgia de troca de valva para corrigir disfunções no coração. “Estudos de não-inferioridade são desenvolvidos com o objetivo de determinar se um novo tratamento ou procedimento preserva a eficácia e segurança de outro já estabelecido”, explica Alexandre Biasi, superintendente do Instituto de Pesquisa do HCor (IP-HCor).

A fibrilação atrial é o tipo mais comum de arritmia cardíaca e decorre da irregularidade da transmissão dos impulsos elétricos que coordenam as batidas do coração. Por causa disso, os átrios, localizados na parte superior do músculo cardíaco, se contraem de forma irregular e o número de batidas por minuto pode aumentar de repente. A fibrilação provoca má circulação sanguínea e os anticoagulantes são prescritos para evitar o risco de AVC e até infarto.

Já a doença cardíaca valvar ocorre quando uma das quatro válvulas do coração, que são responsáveis por manter o fluxo de sangue na direção adequada, não funciona normalmente. Para corrigir esse problema, o paciente passa por uma cirurgia de reparação ou mesmo para implantar uma válvula mecânica (de metal) ou biológica.

A estimativa é de que 300.000 válvulas sejam implantadas a cada ano. No Brasil, o quadro representa uma das principais causas de hospitalização devido a problemas cardíacos. “A associação entre o implante e o risco maior de eventos trombóticos faz com que o uso de anticoagulantes orais seja indicado a longo prazo, ou até pelo resto da vida”, explica Otávio Berwanger, pesquisador sênior do HCor.

Brasil: Violência contra políticos ‘perdeu medo de se mostrar’ nesta eleição, diz pesquisador

Reprodução / MSN

Quando o calendário das eleições municipais é definido, há um ciclo paralelo também esperado por quem estuda a violência contra políticos: o de ameaças e assassinatos contra candidatos, riscos historicamente maiores para postulantes a cargos de vereador e prefeito, em comparação àqueles escolhidos nas eleições gerais. E a eleição municipal de 2020 está confirmando o padrão dos pleitos anteriores, com pelo menos 25 candidatos assassinados no período eleitoral até agora em todo o país, segundo o cientista político Felipe Borba, professor da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) e coordenador do Grupo de Investigação Eleitoral (GIEL) da universidade (que publica periodicamente boletins sobre violência política e eleitoral em seu site).

Este número pode crescer já que, segundo Borba, “a intensidade da violência eleitoral tende a ser maior quanto mais próximo estiver o dia da eleição” e o segundo turno só será realizado em 29 de novembro. Os 25 homicídios nesta eleição já superam a campanha inteira de 2016, quando foram registrados 23 candidatos assassinados. No pleito de 2012, foram 16 vítimas, e em 2008, 25. O problema nas eleições gerais tem dimensão bem menor, como mostram os números para 2014 (1 assassinado), 2010 (1), 2006 (1), e 2002 (3). Embora aponte que o número de candidatos assassinados nesta eleição seja por enquanto pouco diferente numericamente das anteriores, Borba faz observações preocupantes sobre 2020. “Esse ano há mais volume (de crimes) e está mais visível. Tivemos alguns casos de políticos que sofreram atentados ao vivo, enquanto faziam transmissões ao vivo — então é uma violência que perdeu o medo de se mostrar”, aponta o professor da Unirio, que já publicou diversos artigos sobre violência eleitoral e política, e também coordena projetos de pesquisa sobre o assunto.

Um destes casos aconteceu na segunda-feira (9/11) em Guarulhos (SP), onde o candidato a vereador Ricardo Moura (PL) foi baleado por um homem encapuzado enquanto fazia uma transmissão ao vivo nas redes sociais. A BBC News Brasil tentou confirmar seu estado de saúde, mas não conseguiu contato com a campanha. Segundo um boletim do dia 10, porém, Moura estava hospitalizado e passava bem. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil. Já em 24 de setembro, Cássio Remis (PSDB), candidato a vereador em Patrocínio (MG), foi assassinado a tiros em um ataque que começou enquanto fazia uma transmissão ao vivo verbalizando denúncias contra a Prefeitura. O então secretário de Obras da cidade, Jorge Marra, que também é irmão do prefeito, foi preso acusado pelo crime.

“A violência política está muito escancarada, por isso precisa ter controle. E isso só vai acontecer se os responsáveis forem punidos”, aponta Borba, sugerindo a criação de núcleos e delegacias permanentes e especializadas em crimes políticos.

Negocio: Inventários em cartórios da Bahia crescem 21% durante a pandemia

A tarde

O número de óbitos causados pela pandemia da Covid-19 no Brasil fizeram o o número de inventários, procedimento necessário para a partilha de bens e dívidas do falecido entre os herdeiros, aumentar em 21% no estado da Bahia. A compração é entre os meses de junho e setembro deste ano, passando de 58 escrituras para 70. O maior número de inventários registrados durante a pandemia foi alcançado em março, com 88 atos. Os dados são do Colégio Notarial do Brasil – Conselho Federal (CNB-CF), por meio da Central Notarial de Serviços Eletrônicos Compartilhados (CENSEC).

Os dados revelam ainda que, de março a setembro deste ano, os Cartórios baianos realizaram 458 inventários. O mês de abril registrou queda expressiva de 45,4% na comparação com o mês anterior. Já em maio, a redução foi de 8,3%, com 44 atos. Os dois meses seguintes contabilizaram aumento, com 31,8% em junho (58) e 46,5% julho (85). Já o mês de agosto fechou com 65, redução de 23,5%. Os Tabelionatos de Notas realizam o inventário por meio de escritura pública. Para isso, é necessário que todos os herdeiros sejam maiores e capazes; haja consenso familiar quanto à partilha dos bens; o falecido não tenha deixado testamento – exceção quando o documento já estiver caduco ou revogado -, e tenha a participação de um advogado, que atuará como um assistente jurídico das partes.

Caso exista inventário judicial em andamento, os herdeiros podem, a qualquer momento, desistir do processo e optar pela escritura de inventário extrajudicial. Para realizar o ato, a família deve apresentar os documentos de identificação do falecido e a certidão de óbito e de casamento, se houver, além das certidões e informações sobre os bens e dívidas relacionados ao inventário – certidões de imóveis, por exemplo. É necessária a emissão da certidão comprobatória de inexistência de testamento, expedida pela central eletrônica do Colégio Notarial do Brasil (CNB-CF), e as certidões negativas da Receita Federal e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. O preço do inventário depende do valor do patrimônio deixado e, na maioria dos casos, a quantia em cartório, tabelada por lei estadual, é menor do que na via judicial.

Para que o processo do inventário seja finalizado e oficializado no cartório, é preciso pagar ao Estado o Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doações (ITCMD), cuja alíquota varia de estado para estado. O preço a ser pago é calculado sobre o valor venal dos bens e deve ser efetuado em até 180 dias da data do óbito, sem incidência de multa. Com o processo finalizado, é necessário transferir as propriedades para o nome dos herdeiros. Para isso, deve-se apresentar a escritura do inventário no Cartório de Registro de Imóveis (bens imóveis), no Detran (veículos), no Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas ou na Junta Comercial (sociedades) e nos bancos (contas bancárias).

Bahia: Nº de casos da doença que deixa ‘urina preta’ cresce no estado; Diz SESAB

G1

A Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) confirmou mais um caso da Haff, conhecida como a “doença da urina preta”, nesta sexta-feira (13). De acordo com a pasta, o novo registro ocorreu em Dias D’Ávila, cidade da região metropolitana de Salvador. Com essa confirmação, o número de notificações registradas só este ano da doença chega a 13. Segundo a Sesab, o paciente está internado em um hospital privado em Salvador. Não há informações sobre o estado de saúde dele. Na última quinta-feira (12), três casos foram confirmados em Camaçari, que fica também na região metropolitana.

“Nós não temos elementos suficientes para descrever a estrutura química dessa toxina ou como ela atua no organismo; se ela é produzida no corpo do peixe ou se o peixe já consome alimento. A gente não sabe”, disse Franciso Kelmo, diretor do Instituto de Biologia da Ufba. Na ocasião, a Sesab explicou que todas as pessoas eram residentes da cidade e que relataram consumo de pescado. Não há detalhes sobre o estado de saúde dessas pessoas. Ainda de acordo com a Secretaria, o Centro Informação Estratégica em Vigilância em Saúde da Bahia (CIEVS) alerta que a doença de Haff é uma síndrome de rabdomiólise (ruptura de células musculares) sem explicação, e se caracteriza por ocorrência súbita de extrema dor e rigidez muscular, dor torácica, falta de ar, dormência e perda de força em todo o corpo, além da urina cor de café, associada a elevação sérica de da enzima CPK, associada a ingestão de pescados.

A secretaria explicou que a doença pode evoluir rapidamente para insuficiência renal e pode levar a morte caso não seja tratada. A Sesab explicou ainda que, em agosto de 2020, Entre Rios, a cerca de 140 quilômetros de Salvador, registrou a ocorrência de três casos suspeitos de doença de Haff com relato de ingestão de pescado. A secretaria explicou que cinco pessoas da mesma família comeram o peixe e, sete horas depois, um homem de 53 anos apresentou sintomas de fortes dores no corpo, tontura, náuseas e fraqueza. Outros familiares apresentaram os mesmos sintomas. Ainda de acordo com a Sesab, em Salvador, nos meses de setembro e outubro, duas unidades hospitalares notificaram a ocorrência de casos da doença de Haff, totalizando seis pacientes que apresentaram início súbito de dor muscular de origem não determinada.

Desde dezembro de 2016, quando surgiram os primeiros casos, a Bahia registra uma morte em virtude da doença de Haff, ocorrida em 2017.

Tecnologia: Anatel e Abdi fecham acordo para testes de redes privadas de 5G

Correio

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (Abdi) assinaram um acordo para realizar os primeiros testes no Brasil relacionados ao uso de redes privadas da tecnologia 5G. O 5G é o nome dado à nova geração de conectividade móvel. Especialistas apontam um grande potencial pelo aumento da velocidade, da capacidade de banda e da redução das perdas de conexão em relação ao 4G.

O governo federal prepara um leilão para a exploração comercial da tecnologia. Mas, para além desta modalidade, em que operadoras oferecerão pacotes a usuários, a Anatel também prepara a possibilidade de empresas poderem utilizar redes privadas para diversas finalidades. O gerente de Espectro, Órbitas e Radiodifusão da Anatel, Agostinho Linhares, explicou que essas redes privadas poderão ser utilizadas para novos arranjos produtivos digitalizados que vêm sendo chamados de “indústria 4.0”.

Indústrias poderão integrar suas redes de telecomunicações, permitindo a coordenação de robôs, sensores e outros equipamentos ativados por meio de uma conexão móvel e que conversam entre si, na chamada “Internet das Coisas”. De acordo com o gerente da Anatel, o propósito dos testes em parceria com a Abdi é avaliar como o 5G funciona neste tipo de rede, em diferentes situações, para distintas aplicações e em locais e instalações variadas. “Este acordo é um instrumento para incentivar o desenvolvimento produtivo e tecnológico. O objetivo é ter projeto piloto para experimentar e validar diferentes faixas de frequência, avaliando indicadores de desempenho”, disse Linhares à Agência Brasil.

A expectativa é que os primeiros resultados sejam divulgados no primeiro semestre do ano que vem. Acrescentou que a Anatel já desenvolve testes para identificar como as redes privadas poderão ser disponibilizadas. Já há faixas de frequências alocadas, mas a agência estuda uma ampliação disso. Os técnicos do órgão querem com o estudo identificar a demanda concreta de espectro para diferentes aplicações. Assim, quando uma empresa solicitar o direito de explorar determinada quantidade do espectro de radiofrequências a agência poderá ter melhores parâmetros.

Planalto: Justiça Eleitoral impugna pesquisa realizada por candidato a prefeito por indícios de fraudes

Reprodução

Na manhã deste sábado, 14 de Novembro, a Justiça Eleitoral manifestou em impugnar pesquisa eleitoral fraudulenta realizada pela empresa LR Consultoria e Pesquisa LTDA possivelmente contratada pela coligação “PARA PLANALTO CONTINUAR MUDANDO” onde tem como cabeça de chapa, o candidato a prefeito “Dico” que concorre à reeleição.

A decisão aponta fraude na pesquisa tais como; Somando a totalidade dos pesquisados ultrapassa 100% do eleitorado municipal (fraude).  No relato da pesquisa fala do “TSE-BA” o órgão citado só existe em Brasília (o correto seria TER-BA) aqui comprova mais uma fraude. Essa e outras irregularidades estão descrita no link a seguir onde mostra a decisão da Justiça Eleitoral desabonado o resultado da pesquisa.

https://drive.google.com/file/d/1yeiOPlWkKzW5-PQuMsxm4tbEa79qRHSc/view?usp=sharing

A pesquisa se trata de uma FAKE NEWS subliminar com principal objetivo de ludibriar a consciência do eleitorado municipal.

 

*Panorama Geral

Boa Nova: Justiça Eleitoral multa parentes de candidato a prefeito pelo PP por criar e disseminar Fake News em rede sociais

Reprodução

Nesta última quinta-feira, 11 de Novembro, às vésperas das eleições municipais de 2020, o Tribunal Regional Eleitoral apresentou uma decisão condenando familiares e eleitores do candidato a prefeito da oposição pelo Progressista (PP), a se retratarem, em redes sociais, onde curtiam, compartilhavam e comentavam Fake News caluniosas e difamatórias a respeito do seu adversário, o candidato a reeleição e atual prefeito do Município de Boa Nova, Adonias Rocha (PSD).

A justiça determinou que o Facebook retirasse os perfis falsos do ar em até 24H e deverá, ainda, apresentar todos os registros capazes de encontrar os criadores e responsáveis pela alimentação dos perfis falsos, como registros de acessos, números de IP com datas e horários dos últimos (6) seis meses, sob pena de multa de R$ 10.000,00 (dez mil reais) por dia de descumprimento.

Fake News é crime! Quem curtiu, comentou e compartilhou as Fake News, identificados pela Justiça como L.J.D.S., L.D.D.J.F., C. V.D.S. e O.MEIRA.FB também foram condenados a publicar retratação das acusações realizadas nas redes sociais onde divulgaram as notícias falsas, esclarecendo que as postagens violam o ordenamento jurídico, já que são desacompanhadas de provas. A multa também será de R$ 10.000,00 (dez mil reais), por dia, de descumprimento da retratação.

Segundo informações, além das pessoas que já foram intimadas, já estão sendo protocoladas muitas outras ações envolvendo Fake News. Durante as eleições, a suspensão judicial de Fake News é necessária para resguardar a honra e a imagem do candidato ofendido, e também evitar que notícias falsas manipulem a vontade do eleitor.  Nossa reportagem tentou contato com a coligação responsável em concordar e disseminar notícias falsas na internet, mais até o fechamento desta matéria na manhã deste sábado não obtivemos retorno.

CONFIRA DECISÃO LINK;

https://drive.google.com/file/d/1p4ZaaOb4ugD3owf5OwqFsQpm5Lmp7Gfg/view?usp=sharing

*Panorama Geral



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